Certo missionário conta que recebeu uma carta com más notícias. “Minha alma estava muito dolorida e triste”, escreveu. “Orei, mas a tristeza não desapareceu. Nisso, numa visita a uma casa no interior, vi na parede estas palavras: 'EXPERIMENTE A ATITUDE DE GRATIDÃO'. Fiz isso e, num instante, a tristeza desapareceu para nunca mais voltar”. Paulo recomendou aos cristãos terem essa postura de gratidão. Espírito de gratidão o ano inteiro ao levantar-se, ao deitar-se, na madrugada ou ao meio-dia. Em tudo somos chamados a dar graças. Na realidade é um desafio que enfrentamos sempre. Jesus disse que teríamos aflições em nosso viver, mas prometeu estar conosco todos os dias.
A razão por que devemos ter essa atitude é que temos em nós o dom indescritível de que fala 2ª Co 9.15. Esse dom é a graça de Deus na pessoa do próprio Jesus Cristo, uma dádiva dada por Deus a cada cristão. Gratidão constante porque Ele, Jesus, é a expressão do amor de Deus que está conosco, sempre presente. O cristão experimenta isso muito fortemente na família, na união que existe entre seus membros. É Jesus que torna possível essa comunhão, razão de sobra para agradecer. Jesus caminha com seu povo.
O cristão é uma pessoa vitoriosa. Lemos na segunda carta de Paulo ao Coríntios que Jesus sempre conduz o cristão em triunfo (2ª Co 2.14). Como cristão, você é vitorioso! Nada pode deter a sua marcha triunfante. Continue sua jornada com uma atitude de gratidão, apesar das dificuldades que possa ter. Você pertence a Jesus e deveria ter, portanto, uma postura de gratidão. Olhe sem medo para o futuro, pois o amanhã está repleto de vitórias. É a atitude de gratidão que faz do cristão uma pessoa radiante no meio das incertezas do tempo presente.
Mantenha sempre uma atitude de gratidão.
Extraído do livro “Pão Diário”.
28.1.11
Fidelidade (Êxodo 20.14,17)
Diante do altar, uma mulher vestida de branco e seu companheiro juram que amarão um ao outro por toda vida, estarão juntos em todas as situações e serão fiéis ao seu compromisso. È um momento inesquecível para os noivos e seus convidados. Mas até quando dura esta disposição de amar para sempre? Até a primeira briga ou dificuldade?
O texto de hoje faz parte dos Dez Mandamentos e é bem conhecido, até por aqueles que desprezam a Deus. Para estes, a traição tornou-se comum, esperada (como conseqüência natural do desgaste do relacionamento amoroso) e até mesmo justificada. Por exemplo, uma esposa já não atrai mais o marido e por isso ele acha que tem todo o direito de procurar uma mulher mais bela, ou uma esposa que busca em outro homem o carinho e a atenção que não recebe do marido. Não é isso que mostram os filmes e novelas? Quantos relacionamentos e famílias já foram destruídos por causa da infidelidade? Analisando a questão, vemos que a cobiça e o adultério são resultados do egoísmo, pois quem trai só pensa em satisfazer seus próprios desejos.
Porém, quem deseja agradar a Deus não pode deixar que seus desejos egoístas o levem a transgredir os mandamentos divinos. Jesus ainda acrescentou que também é adultério olhar para uma pessoa e desejá-la (Mt 5. 28). Quando um cônjuge trai o outro – na prática ou em pensamento, não é apenas aquela pessoa que ele magoa e desrespeita. Ele é infiel ao próprio Deus, que ordenou a fidelidade no casamento.
Demonstre sua fidelidade a Deus sendo fiel ao seu cônjuge. Ame-o, fuja de qualquer tentação, procure suprir suas necessidades e alerte se as suas não estão estiverem sendo supridas. Se você ainda é solteiro, ore a Deus por seu futuro cônjuge e treine desde já a sua fidelidade, evitando que a mente crie fantasias ou registre imagens impróprias.
Fidelidade a Deus resulta em fidelidade ao cônjuge.
Extraído do livro “Pão Diário”
O texto de hoje faz parte dos Dez Mandamentos e é bem conhecido, até por aqueles que desprezam a Deus. Para estes, a traição tornou-se comum, esperada (como conseqüência natural do desgaste do relacionamento amoroso) e até mesmo justificada. Por exemplo, uma esposa já não atrai mais o marido e por isso ele acha que tem todo o direito de procurar uma mulher mais bela, ou uma esposa que busca em outro homem o carinho e a atenção que não recebe do marido. Não é isso que mostram os filmes e novelas? Quantos relacionamentos e famílias já foram destruídos por causa da infidelidade? Analisando a questão, vemos que a cobiça e o adultério são resultados do egoísmo, pois quem trai só pensa em satisfazer seus próprios desejos.
Porém, quem deseja agradar a Deus não pode deixar que seus desejos egoístas o levem a transgredir os mandamentos divinos. Jesus ainda acrescentou que também é adultério olhar para uma pessoa e desejá-la (Mt 5. 28). Quando um cônjuge trai o outro – na prática ou em pensamento, não é apenas aquela pessoa que ele magoa e desrespeita. Ele é infiel ao próprio Deus, que ordenou a fidelidade no casamento.
Demonstre sua fidelidade a Deus sendo fiel ao seu cônjuge. Ame-o, fuja de qualquer tentação, procure suprir suas necessidades e alerte se as suas não estão estiverem sendo supridas. Se você ainda é solteiro, ore a Deus por seu futuro cônjuge e treine desde já a sua fidelidade, evitando que a mente crie fantasias ou registre imagens impróprias.
Fidelidade a Deus resulta em fidelidade ao cônjuge.
Extraído do livro “Pão Diário”
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