Era uma vez um membro de uma igreja conhecido por fazer fofocas e dizer meias verdades. Ele foi ao sacerdote e pediu ajuda.
- Quero me retratar – disse ele. – Quero reparar todas as coisas ruins que disse e fazer as pazes com Deus e com meus vizinhos, além de pedir perdão por tudo o que disse.
O sacerdote pediu que o homem o encontrasse no jardim da igreja. Enquanto isso, foi até seu escritório e pegou um travesseiro de penas. Colocou-se diante do homem e abriu o travesseiro, deixando que todas as penas voassem pelo jardim. O sacerdote instruiu o homem a que recolhesse todas as penas. Depois de horas de tentativas infrutíferas, o homem retornou ao sacerdote o qual, então, disse:
- Depois que as palavras saem da boca, são como pena voando ao vento. Não importam as suas boas intenções em recolher de volta todas as palavras ferinas que foram ditas, pois isso simplesmente não pode ser feito.
- Davi disse ao Senhor:
“Poe guarda, SENHOR, à minha boca. Vigia a porta dos meus lábios” (Sl 41.3).
Davi estava pedindo ajuda a Deus para controlar as palavras que saiam de sua boca “para não pecar com a língua”. Ele também prometeu: “Porei mordaça à minha boca” (Sl 39.1).
O teste de validade de toda conversa é: as palavras que estão sendo ditas são realmente verdadeiras? elas são necessárias? são gentis? elas glorificam a Deus? (Fp 4.8). Se sua conversa não está de acordo com este critério, então é preciso mudar as palavras. A mudança está totalmente sob o nosso controle, pois a boca somente fala as palavras que o cérebro permite que sejam ditas.
Parábolas para a Vida Diária
Bíblia de Estudo das Profecias
28.10.10
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