Nossa adoração a Deus tem de ser verdadeira. Os profetas do Antigo Testamento denunciaram a adoração falsa enfatizando que os sacrifícios exigidos pela lei precisavam ser acompanhados de fé. Em Isaías 1.4;11-17, vemos que aquela adoração superficial não tinha nenhum valor para Deus, que questiona por que o povo oferecia tantos sacrifícios se Deus não os aceitava. Ele não tem nenhum prazer no ritual vazio e sem sentido. No Novo Testamento, lemos que Jesus observou o povo trazendo ofertas ao Templo, mas a vida daquelas pessoas não demonstravam a fé que deve acompanhar o culto.
Com a vinda de Jesus, o Messias de Deus, o sistema de adoração que até então vigorava, baseado em rituais e sacrifícios, não era mais adequado e necessário. A morte e ressurreição de Cristo inauguraram uma nova aliança, ou seja, um novo relacionamento com Deus em que o adorador busca uma intimidade diária com seu Senhor e também uma nova adoração – em espírito e verdade (Jô 4.23-24). É preciso apresentar-se a Deus com fé e adorá-Lo com todo o nosso ser, envolvendo o nosso espírito com o Espírito de Deus. Para isso é preciso um relacionamento diário, e não somente de fim de semana. Esta adoração também não precisa acontecer em um lugar sagrado, pois Deus é espírito e não está restrito a um local.
Adoração verdadeira não é realizar rituais, ter objetos sagrados ou seguir uma religião, mas entregar toda a vida a Deus e reconhecer a cada dia nossa dependência Dele. Quem adora dessa forma naturalmente vai se envolver com sua comunidade, ajudando os necessitados, buscando a justiça e glorificando a Deus através de suas ações. Quando adoramos verdadeiramente, agradamos a Deus e praticamos o bem.
A adoração verdadeira nos aproxima de Deus e das outras pessoas.
Extraído do Devocional Pão Diário
5.11.10
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